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Atendimento online — Direito de Família

Pensão alimentícia: seu filho tem esse direito. A gente te ajuda a garantir.

Precisa pedir a pensão pela primeira vez, revisar um valor que não cabe mais no orçamento ou cobrar parcelas atrasadas? A pensão alimentícia é um direito do seu filho, garantido por lei. Um advogado de família avalia sua situação sem custo, com atendimento acolhedor, próximo e 100% digital.

O que a lei garante sobre a pensão alimentícia

A pensão alimentícia existe para proteger quem mais precisa: a criança e o adolescente. A lei entende que sustentar um filho é responsabilidade dos dois pais, morem juntos ou não. Por isso, mesmo quem não tem a guarda precisa contribuir com as despesas de alimentação, saúde, educação, moradia e lazer.

O valor não é fixo: ele é definido pela Justiça olhando o que a criança precisa e o que o pai ou a mãe podem pagar. E, quando a realidade muda, a pensão pode ser revista — para mais ou para menos. Se as parcelas não são pagas, a lei prevê formas de cobrança para proteger o direito do seu filho.

O direito é do seu filho

A pensão pertence à criança ou ao adolescente. Quem cuida apenas administra esse valor em nome dele. Por isso é um direito que não se deixa de lado.

Como o valor é definido

A Justiça equilibra o que o filho precisa e o quanto o pai ou a mãe podem pagar — o chamado binômio necessidade e possibilidade. Não existe porcentagem fixa em lei; cada caso é avaliado.

Revisão quando a vida muda

Se as despesas do filho aumentaram ou a renda de quem paga mudou, a pensão pode ser revista. Vale nos dois sentidos: pedir aumento ou pedir redução.

Cobrança das parcelas atrasadas

A pensão não paga pode ser cobrada na Justiça, com atualização. As parcelas mais recentes têm um caminho de cobrança mais rápido e firme.

A lei prevê até a prisão do devedor

Quando o responsável tem condições de pagar e não paga, a lei prevê, em último caso, a prisão civil como forma de fazer cumprir o direito. Cada situação é avaliada pela Justiça.

A pensão pode retroagir ao pedido

Em regra, a pensão é devida desde a data em que a ação é iniciada. Por isso, buscar orientação cedo costuma fazer diferença para o seu filho.

Situações em que vale conversar com um advogado

Se você se identifica com alguma destas situações, vale avaliar o seu caso com calma e sem compromisso.

Preciso pedir a pensão O pai ou a mãe não paga Pensão atrasada acumulada O valor não cobre as despesas Quero revisar o valor Reconhecimento e pensão juntos Filho maior que ainda estuda O acordo não é cumprido
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Avaliação sem custo. Atendimento acolhedor e sem juridiquês.

Combinar "por fora" ou formalizar a pensão?

Muita gente acerta a pensão só na conversa. Enquanto está tudo bem, funciona. O problema aparece quando o combinado deixa de ser cumprido — e, sem nada formalizado, fica difícil garantir o direito do seu filho.

Só no acordo verbal

  • Sem garantia se o pagamento parar
  • Difícil provar o que foi combinado
  • Parcelas atrasadas ficam sem cobrança segura
  • O valor não acompanha o que o filho precisa

Com a pensão formalizada

  • Valor definido e reconhecido pela Justiça
  • O pagamento pode ser cobrado se faltar
  • Parcelas atrasadas podem ser executadas
  • Pode ser revista quando a vida mudar

Formalizar a pensão é proteger o futuro do seu filho. Um advogado te mostra o melhor caminho para o seu caso.

Falar com um advogado de família

Como funciona

Você conta a sua situação. A gente cuida do resto, com cuidado e sem juridiquês.

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Conte sua situação pelo WhatsApp

Explique o que está acontecendo: precisa pedir a pensão, revisar o valor ou cobrar o que está atrasado. Atendimento acolhedor, no seu tempo.

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Encaminhamos a um advogado de família

Um advogado especialista em Direito de Família analisa o seu caso e te explica, com calma e sem juridiquês, quais são os direitos do seu filho. Tudo 100% digital.

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O advogado cuida do processo

Se for o caminho, o advogado entra com o pedido para definir, revisar ou cobrar a pensão. Você acompanha tudo de casa, amparado a cada passo.

Como funciona o Quero Direito Família

  • Quero Direito Família é um portal de conteúdo jurídico especializado em Direito de Família. Não somos um escritório de advocacia.
  • Quando você nos contata, encaminhamos sua demanda a um advogado parceiro com OAB ativa, especialista em causas de família.
  • O contrato de prestação de serviços é firmado diretamente entre você e o advogado, sem intermediação financeira do Quero Direito.
  • Avaliação do seu caso: sem custo e sem compromisso. Você entende a sua situação antes de decidir qualquer coisa.
Avaliação sem custo pelo WhatsApp

Sem compromisso. Sem letras miúdas.

Pensão alimentícia: até quando, como se calcula e o que fazer no atraso

Algumas dúvidas aparecem em quase toda família: até que idade o filho recebe a pensão, se a conta é feita sobre o salário bruto ou líquido, como fica quando o pai é autônomo e o que fazer quando o pagamento atrasa. Reunimos aqui o que a lei diz sobre cada uma — lembrando que cada caso é avaliado individualmente.

Até que idade se paga a pensão?

Em regra, a pensão é devida até os 18 anos. Ela não termina sozinha nessa data: costuma continuar enquanto o filho estuda — como na faculdade ou em curso técnico — e depende de decisão da Justiça para ser encerrada. Um advogado te explica como isso se aplica à sua situação.

Depois dos 18, o pagamento vai direto para o filho?

Quando o filho atinge a maioridade, é comum que a pensão passe a ser tratada diretamente com ele, já que o direito é dele. Mas mudar a forma de pagamento por conta própria pode gerar problema: o ideal é formalizar essa alteração, com orientação de um advogado.

Filho autista ou com deficiência: até quando?

Quando o filho tem autismo ou outra deficiência que o impeça de se sustentar sozinho, a pensão pode continuar depois dos 18 anos — em alguns casos, sem prazo para terminar, enquanto durar a necessidade. É uma situação que merece atenção especial de um advogado de família.

A pensão é sobre o salário bruto ou líquido?

Depende do que a Justiça fixar em cada caso: a decisão pode tomar como base o salário bruto ou o líquido, e não existe percentual fixo em lei. O que vale é o que está definido na sua decisão ou acordo — e, se a forma de cálculo gera dúvida ou prejuízo, dá para revisar com ajuda de um advogado.

E quando o pai é autônomo ou tem renda variável?

Quem trabalha por conta própria também paga pensão. Nesses casos, a Justiça costuma fixar um valor de referência, já que não há contracheque. Renda variável ou informal não é motivo para deixar de pagar — e um advogado ajuda a encontrar uma forma justa de fixar ou cobrar o valor.

Quantos dias de atraso já permitem cobrar?

Não existe um número mínimo de dias de "tolerância": a pensão vence na data combinada, e mesmo poucos dias de atraso já permitem cobrança. Quando o atraso se acumula, as parcelas mais recentes têm um caminho de cobrança mais firme. Se o pagamento atrasou, vale conversar com um advogado o quanto antes.

Passo a passo da ação de pensão

Cada família tem sua história, mas o caminho na Justiça costuma seguir estas etapas — e o advogado te acompanha em todas elas.

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Reunir os documentos básicos

Certidão da criança, comprovantes de gastos e, se houver, dados de renda de quem vai pagar. Sem burocracia: o advogado te orienta no que juntar.

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O advogado dá entrada na ação

Com os documentos em mãos, o pedido é protocolado na Justiça da Família. Você acompanha tudo de casa.

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Alimentos provisórios

O juiz pode fixar um valor provisório já no início, para a criança não ficar desamparada enquanto o processo corre.

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Audiência e tentativa de acordo

As partes são chamadas para conversar. Muitos casos se resolvem em acordo, homologado pelo juiz.

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Decisão e cumprimento

A Justiça define o valor da pensão. Se não for pago, a cobrança pode ser feita no mesmo processo, sem começar do zero.

Quero começar: falar com um advogado

Avaliação sem custo. Cada caso tem seu ritmo — o advogado te explica o seu.

Perguntas frequentes — Pensão alimentícia

As dúvidas mais comuns de quem busca garantir a pensão do filho

Em regra, filhos menores de 18 anos têm direito à pensão. Esse direito pode continuar depois dos 18 se o filho ainda estiver estudando, como na faculdade, ou não puder se sustentar sozinho. Em algumas situações, a pensão também pode ser devida entre ex-cônjuges. Cada caso é avaliado individualmente por um advogado.

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Não existe um percentual fixo na lei. A Justiça avalia o que o filho precisa e o quanto o pai ou a mãe podem pagar — é o chamado binômio necessidade e possibilidade. Por isso cada caso tem um valor diferente. Desconfie de quem promete um número certo sem conhecer a sua situação.

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A pensão não paga pode ser cobrada na Justiça. Dependendo do tempo de atraso, a cobrança pode ser mais rápida e, em último caso, a lei prevê a prisão do responsável que tem condições e não paga. Um advogado te orienta sobre o melhor caminho para o seu caso, com calma.

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Sim. Se as necessidades do filho mudaram, ou se a renda de quem paga aumentou ou diminuiu, é possível pedir a revisão da pensão — para mais ou para menos. É preciso mostrar essa mudança à Justiça, e o advogado te ajuda a reunir o que for necessário.

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Sim. Você pode dar entrada no pedido a qualquer momento. Em regra, a pensão passa a ser devida a partir da data do pedido, por isso buscar orientação cedo costuma fazer diferença. Não é preciso ter medo de dar esse primeiro passo.

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Não necessariamente. Guarda e pensão são coisas diferentes e podem ser tratadas juntas ou separadamente. O advogado te explica o que faz mais sentido no seu caso, sempre pensando no bem-estar do seu filho.

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No Quero Direito Família, a avaliação do seu caso é sem custo e sem compromisso. Encaminhamos você a um advogado de família que explica as condições diretamente, antes de qualquer decisão. Você só segue em frente se quiser.

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Em regra, até os 18 anos — mas a pensão não termina automaticamente nessa data. Ela costuma continuar enquanto o filho estuda, como na faculdade, e pode se estender sem prazo definido quando o filho tem deficiência que o impeça de se sustentar. O fim da pensão depende de decisão da Justiça, e um advogado avalia como fica no seu caso.

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Depende do que a Justiça fixar em cada caso. A decisão ou o acordo podem tomar como base o salário bruto ou o líquido — não existe uma regra única nem percentual fixo em lei. Se você tem dúvida sobre como a sua pensão está sendo calculada, ou acha que a base está errada, um advogado pode analisar a decisão e orientar o que fazer.

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A cobrança é feita primeiro contra quem deve. Em situações específicas, a lei permite estender a obrigação aos avós, de forma complementar — um advogado avalia se cabe no seu caso.

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Não existe tabela fixa em lei. O valor é definido caso a caso, no equilíbrio entre a necessidade da criança e a capacidade de quem paga. Percentuais como 30% do salário são referência comum na Justiça, não regra.

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Pode ter. Guarda compartilhada não elimina a pensão: se as condições financeiras dos pais são diferentes, quem pode mais contribui com pensão.

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Com documentos básicos (certidão da criança, comprovantes de gastos e, se houver, dados de renda de quem paga), o advogado dá entrada e o juiz pode fixar alimentos provisórios já no início do processo.

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O direito do seu filho não pode esperar. A gente te ajuda a garantir.

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